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| 1.
As visitas à Fundação |
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Os
visitantes, poderão
durante os dias de semana visitar as vinhas e a adega (consoante
as condições ditadas pela época do ano), o museu
rural, o antigo lagar de capachos, as salas de estágio de
vinhos, e outras atractividades rurais. |
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Visitas à Adega |
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Visitas à vinha |
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Antigo Lagar
do Azeite |
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Museu Rural |
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Sala de Estágio |
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Loja
dos Vinhos |
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| 2. Loja de Vinhos |
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A
Fundação
tem uma Loja de Vinhos da sua sede em Benavila (entradas pelo páteo
oitocentista e Travessa Abreu Callado), onde os visitantes poderão
adquirir não só os vinhos, como amêndoas, queijos,
etc, usufruindo dos "preços de loja" naturalmente
mais simpáticos
que noutros pontos de
venda. A Loja está aberta ao sábado, e também ao domingo
nas épocas festivas, 'pontes' e feriados contíguos a fins-de-semana. |
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| 3. Provas |
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Os
novos visitantes da Loja de Vinhos, podem 'provar' um cálice de branco, tinto
ou licoroso, como cortesia pela preferência que deram à marca
Abreu Callado e à visita da Loja.
Mas também podem
usufruir de 'provas' em grupos até 15 pessoas que desejem
prolongar a degustação de vinhos e petiscos regionais,
e que terão lugar na antiga "casa da matança".
Nesta alternativa, as marcações terão de ocorrer
com pelo menos 48 horas de antecedência, e os vinhos da casa
serão acompanhados de petiscos regionais (pão de forno,
enchidos grelhados, queijos tradicionais e amêndoas). |
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| Provas na casa da matança |
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| 4. Almoços
de grupo |
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A
Fundação
dispõe de uma sala privada, dentro das instalações
do "páteo oitocentista" (a sede ocupa um edifício
datado de 1758), onde podem ser acolhidos, ao fim-de-semana, grupos
de até 50 pessoas que queiram usufruir do programa integrado:
visitas, compras, provas regionais e um almoço à base
de produtos da casa e da região. O menu deste almoço
inclui as entradas regionais e permite a opção entre ‘borrego’ ou ‘vitela’ como
prato principal. |
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| Sala de almoços |
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A riqueza ambiental
e ecológica |
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Em termos de ecologia,
Benavila está integrada num AUTÊNTICO
PARAÍSO:
os campos são
de uma calma e tranquilidade raras; o pôr-do-sol (visto por
exemplo da ponte que à saída de Benavila ruma para
Alter do Chão) é de uma beleza impar sobre a extensa
superfície do Maranhão; a visão que se pode
desfrutar da ponte que mais à frente leva ao Monte Branco
e Valongo (por alturas do velho Monte da Rachada), é um deslumbramento
de extensão líquida e margens de grande beleza num
perder de vista em direcção ao sul; e é de parar
a respiração o cenário no local designado por
Praia dos Pinheiros e das suas zonas circundantes (terrenos pertencentes à Fundação
Abreu Callado) debruçadas directamente nas águas, quer
nas manhãs de orvalhada primaveril, quer nas tardes amenas
de pescaria ou simples contemplação dos terrenos e
horizontes circundantes ao Maranhão dos dois lados da albufeira
.
A gestão da ‘zona de caça turística' da Fundação permite um repovoamento rápido e muito oportuno de espécies cinegéticas e selvagens, que agora abundam quase em cima da aldeia: centenas de casais de patos fazem ninho no dédalo de moitas, as garças voltaram às margens calmas, as cegonhas chegam a não sair da região na época de Inverno, as gaivotas e gaivinas enchem o céu, abundam as galinholas, narcejas, perdizes, lebres, coelhos, a par de todo um cortejo de predadores destas espécies, que voltaram a coabitar num equilíbrio antigo de fruição dos espaços envolventes à Barragem.
O ambiente é aqui um elemento fundamental da diferenciação
ecológica, potenciando as capacidades de turismo de natureza e proporcionando
atractividades que já vão escasseando no Alentejo de hoje.
Visitar Benavila e as suas áreas envolventes, é ter a certeza de
voltar a tempos de outrora, numa comunhão muito estreita com a natureza
e com os testemunhos deixados pelas gerações que souberam preservar
as suas raízes.
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